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Curso de Direito de Itaperuna tem maior aprovação na OAB no Noroeste Fluminense

O curso de Direito da Afya Centro Universitário Itaperuna aparece entre as instituições de ensino superior com melhor desempenho em indicadores acadêmicos no Estado do Rio de Janeiro. Na análise apresentada pela instituição, o curso ocupa a 1ª posição na região Noroeste Fluminense em aprovação no Exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Além disso, está entre as 10 melhores instituições privadas do estado e entre as 15 melhores instituições de ensino superior do Rio de Janeiro, considerando o desempenho geral.

Os resultados colocam em evidência o desempenho dos estudantes e a formação oferecida pelo curso de Direito da Afya Itaperuna. Para a Dra. Rayla Santos, coordenadora do curso, os indicadores refletem o trabalho desenvolvido ao longo da graduação e os resultados alcançados pelos alunos. “Temos construído resultados expressivos tanto nos indicadores acadêmicos quanto nos relacionados à formação profissional dos estudantes. Um exemplo é o desempenho nos Exames da OAB e o Selo OAB Recomenda”, afirma. Além de medir o desempenho, os dados servem como referência para identificar pontos de melhoria e orientar o aprimoramento das práticas de ensino. Na avaliação dos cursos de Direito, entre os indicadores considerados estão os resultados no Exame de Ordem Unificado (EOU) e informações oficiais do Ministério da Educação (MEC).

Segundo ela, o resultado não pode ser atribuído a um único fator, mas é fruto de um trabalho contínuo, que envolve a atuação de docentes com sólida experiência em suas áreas e uma abordagem de ensino que vai além da transmissão de conteúdo. A formação busca desenvolver nos estudantes competências como raciocínio jurídico, capacidade argumentativa, interpretação, tomada de decisão e autonomia.

A aproximação entre teoria e prática também faz parte desse processo. O Núcleo de Práticas Jurídicas (NPJ), por exemplo, permite que os estudantes tenham contato com atividades relacionadas ao exercício profissional, como atendimento, mediação, elaboração de estratégias e participação em audiências. “O estudante precisa saber interpretar uma lei, mas também precisa saber ouvir uma pessoa. Precisa conhecer o processo, mas também precisa saber se comunicar, negociar, argumentar, tomar decisões e atuar de maneira ética”, afirma.

Além do NPJ, o curso desenvolve atividades como a Clínica de Direitos Humanos, grupos de estudo, ações de extensão e preparação para o Exame da OAB. Para . Rayla, essas experiências ajudam a aproximar a formação acadêmica das situações encontradas na prática profissional. “A avaliação é importante, a OAB é importante, mas nenhum desses instrumentos representa sozinho o profissional que queremos formar. Queremos que o estudante pratique, questione, argumente, receba orientações e tente novamente. É assim que se constrói segurança profissional”, enfatiza.

Acompanhamento ao longo da graduação

O desempenho dos estudantes também é acompanhado durante a graduação. A análise considera resultados acadêmicos, participação, dificuldades e engajamento, permitindo à coordenação e ao corpo docente rever estratégias, reforçar conteúdos e propor intervenções pedagógicas quando necessário. O trabalho envolve ainda o Núcleo Docente Estruturante (NDE) e o colegiado. Entre os resultados citados pela coordenadora, está a aprovação de estudantes ainda no 8º período do curso.

Beatriz Felicio
relacionamento com a imprensa

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